A indisciplina passa a ser vista como uma discrepância entre os anseios
da comunidade escolar no que se refere ao desenvolvimento global dos alunos e as posturas
assumidas por estes últimos diante da aprendizagem. Diante de pressupostos construtivistas a indisciplina adquire novo sentido, pois, não se
limita a evidenciar “comportamentos inadequados” ao “bom andamento das aulas”, mas
torna-se indicativo de outros fatores, não tão evidentes, capazes de interferir no processo
ensino-aprendizagem.
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